Sentado e com um copo de uísque, observo.
Ela tão tem fim;
Eu estou no meu limite.
Ela mescla carinhos, massagens, apertões.
Massagem e carinhos.
Apertões e massagem.
Eu me seguro.
As pernas vão se esticando.
O joelho estala.
Os pés estalam.
Ela fecha a perna.
A mão entre as coxas tenta conter
mas seu gemido é alto.
Quase grito. Um desabafo.
Ela desaba.
Eu pego outro copo de uísque.
Eu consegui um dinheiro. Mulher, família e emprego, eu deixei pra trás. Agora eu trabalho pelo meu fim e fins. Os meios eu completo por aqui.
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Natal
Passei com uma coroa triste.
Os filhos viajaram e o marido tem outra.
Fiz lentilha, chester e arroz.
Bebemos algumas garrafas de vinho
E a comida está fria sobre a mesa.
Ela é tão sozinha quanto eu,
A diferença é que uma foi abandonada.
O outro tomou uma decisão.
Transamos como ela queria.
Gozamos quando ela queria.
Paramos para ela dormir.
Ganhei meias.
Eu poderia ter filhos, mulher, emprego,
Vida...
Optei ser escritor
Criticado.
Optei viver da alma
Deixando-a solta.
Feliz Natal é o caralho!
Ela ronca.
Os filhos viajaram e o marido tem outra.
Fiz lentilha, chester e arroz.
Bebemos algumas garrafas de vinho
E a comida está fria sobre a mesa.
Ela é tão sozinha quanto eu,
A diferença é que uma foi abandonada.
O outro tomou uma decisão.
Transamos como ela queria.
Gozamos quando ela queria.
Paramos para ela dormir.
Ganhei meias.
Eu poderia ter filhos, mulher, emprego,
Vida...
Optei ser escritor
Criticado.
Optei viver da alma
Deixando-a solta.
Feliz Natal é o caralho!
Ela ronca.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Lágrima
Ela tinha aquele olhar triste
De amor perdido
E choro escondido.
Maquiagem borrada e batom vermelho,
Tristeza alimenta,
Excita-me.
Um pouco de caridade,
Muito egoísmo
E um toque de perversão.
Tudo combina.
Os quilos que ela ganhou
As olheiras
A pele branca
O cabelo seco
A vontade de dar.
Frágil, delicada, prestes a quebrar:
Meu tipo de mulher.
De amor perdido
E choro escondido.
Maquiagem borrada e batom vermelho,
Tristeza alimenta,
Excita-me.
Um pouco de caridade,
Muito egoísmo
E um toque de perversão.
Tudo combina.
Os quilos que ela ganhou
As olheiras
A pele branca
O cabelo seco
A vontade de dar.
Frágil, delicada, prestes a quebrar:
Meu tipo de mulher.
sábado, 22 de outubro de 2011
Unhas e Dona Graça
Sempre que preciso cortar as unhas,
Eu vou a casa da Dona Graça,
Uma mulher de cinqüenta e poucos anos,
Seios moles, varizes e raízes brancas.
É mais fácil comer essa mocréia
E ter minhas unhas cortadas,
Que enfrentar a barriga de cerveja.
E tem mais,
Dona Graça sempre me dá uma panela de feijão.
Economizo uma semana de comida
E gasto mais com cerveja.
Eu vou a casa da Dona Graça,
Uma mulher de cinqüenta e poucos anos,
Seios moles, varizes e raízes brancas.
É mais fácil comer essa mocréia
E ter minhas unhas cortadas,
Que enfrentar a barriga de cerveja.
E tem mais,
Dona Graça sempre me dá uma panela de feijão.
Economizo uma semana de comida
E gasto mais com cerveja.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Seu Fim (em mim)
O ponto G dela é a minha língua,
A ponta dela.
Delicada e úmida.
Circular.
Pontual.
Circular.
Eu brinco com o melado.
Encharco a boca,
Escorre pela barba.
O nariz aperta,
O que o lábio esfrega
E a língua goza.
A ponta dela.
Delicada e úmida.
Circular.
Pontual.
Circular.
Eu brinco com o melado.
Encharco a boca,
Escorre pela barba.
O nariz aperta,
O que o lábio esfrega
E a língua goza.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Filantropia
Doei sangue.
Um conhecido precisa.
Uma daquelas doenças que matam
ou destroem a pessoa.
Não fiz isso a pedido dele.
Fiz porque a futura viúva pediu.
Ótima amante,
Como toda carente.
Um conhecido precisa.
Uma daquelas doenças que matam
ou destroem a pessoa.
Não fiz isso a pedido dele.
Fiz porque a futura viúva pediu.
Ótima amante,
Como toda carente.
sábado, 1 de outubro de 2011
Silêncio
Solteiras, casadas e viúvas,
Todas preferem o silêncio.
Não faço mistério,
Só me calo em respeito.
São todas carentes,
Necessitadas de atenção.
Nada de carinhos em cabelos,
Beijos ou espelhos.
Só silêncio.
Quando muito,
Abro a boca para ser sincero,
Ou fazer um elogio alheio,
quicá, falso.
O melhor de tudo:
Funciona.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
É sempre a primeira vez
Essas mulheres que bebem sozinhas,
Minhas companheiras de segunda-feira.
A maioria é só infelicidade debruçada em balcão de boteco.
Uma conversa triste,
Umas cervejas,
Porção de azeitona,
Elas adoram cortejos baratos.
Debaixo do viaduto,
Ela de joelho entre baratas e lixos.
Ao fundo, uma rua deserta.
É escuro. Quiçá, seguro.
Pra mim não dá,
Apesar de todo esforça dela.
Fechei o zíper.
Boquiaberta, me perguntou o que foi:
- Não sei, é a primeira vez que me acontece.
Minhas companheiras de segunda-feira.
A maioria é só infelicidade debruçada em balcão de boteco.
Uma conversa triste,
Umas cervejas,
Porção de azeitona,
Elas adoram cortejos baratos.
Debaixo do viaduto,
Ela de joelho entre baratas e lixos.
Ao fundo, uma rua deserta.
É escuro. Quiçá, seguro.
Pra mim não dá,
Apesar de todo esforça dela.
Fechei o zíper.
Boquiaberta, me perguntou o que foi:
- Não sei, é a primeira vez que me acontece.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Julie passou aqui em casa
Ela disse que a casa cheirava a mulher.
Acusou-me de ser promíscuo -
Como se ela não fosse.
Eu tentei agarrá-la.
Trocamos um beijo,
Mas era tarde demais:
Ela se apaixonou por mim.
Ela se decepcionou comigo.
Julie saiu chorando,
Bateu a porta e
Ponto
Final.
Acusou-me de ser promíscuo -
Como se ela não fosse.
Eu tentei agarrá-la.
Trocamos um beijo,
Mas era tarde demais:
Ela se apaixonou por mim.
Ela se decepcionou comigo.
Julie saiu chorando,
Bateu a porta e
Ponto
Final.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Um Nome de Santa
Ela é carente.
Carente pra caralho, por sinal.
Casamento de merda, infeliz com a profissão... por aí vai.
Umas garrafas de vinho potencializaram
O que o corpo magro
E o cabelo volumoso
Tentam esconder.
Bastou estar dentro,
Preencher o vazio.
Carne, suor, pele e gozo.
A santa é oca por opção
E não quer estar completa.
Ela só quer viver alguns milagres.
“Vós, que na terra fostes o amparo dos pobres,
Pede ajuda ao desvalido
E socorro ao endiabrado.
Desfrutais do eterno prêmio
da caridade que te faço.”
Santa Edwiges, gozai por nós.
Carente pra caralho, por sinal.
Casamento de merda, infeliz com a profissão... por aí vai.
Umas garrafas de vinho potencializaram
O que o corpo magro
E o cabelo volumoso
Tentam esconder.
Bastou estar dentro,
Preencher o vazio.
Carne, suor, pele e gozo.
A santa é oca por opção
E não quer estar completa.
Ela só quer viver alguns milagres.
“Vós, que na terra fostes o amparo dos pobres,
Pede ajuda ao desvalido
E socorro ao endiabrado.
Desfrutais do eterno prêmio
da caridade que te faço.”
Santa Edwiges, gozai por nós.
sábado, 3 de setembro de 2011
Lisa é Mulher
Como combinado, Lisa bateu a minha porta. São sete da noite e eu estou de porre. Lisa se assusta com minha barba, minha cueca suja e a camisa apertada e curta.
Ofereci um copo de vinho barato e doce. Ela vira a bebida num gole. Dentro dela há uma resignação, eu sinto. Foda-se. Eu tranco a porta e jogo a chave debaixo da estante. Lisa está avisada que sua saída é condicionada a muita violência. Assustada, ela pega a garrafa e bebe no gargalo. Goles e mais goles. Eu escolhi bem o vinho.
As gotas caem e mancham sua camisa branca. Um top de alcinhas, comportado, mas perverso.
Eu tiro a minha cueca.
- Tira sua roupa também. – eu digo – vamos tomar um banho. Ficar cheirosos pra uma noite que você nunca vai esquecer.
Lisa dá mais um longo gole. Engasga, mas consegue engolir tudo. Eu elogio.
- Isso, minha putinha... Sua vida começa hoje, nas minhas mãos.
Tomamos banho juntos. Pegamos a garrafa de vinho e vamos para o quarto. Ela termina e eu pego outra. Estamos nus, esfregando nossos corpos. Lisa é macia como uma pena, leve como um floco de neve, branca como folha de papel.
Terminamos a quarta garrafa. Os lábios de Lisa estão vermelhos. Parece batom. Eu ponho a mão. O sexo está molhado. Acaricio. Enfio um pedaço do dedo. Ela fecha os olhos e respira fundo. Eu acho seu ponto G. Inchado. Nítido para a ponta dos dedos. Os gemidos surgem comportados.
- Agora, você é minha.
Seguro o cabelo de Lisa pela raiz, enfio minha língua garganta a dentro e o dentro tenta arrombá-la. Eu abafo seu grito com minha boca. As pernas dela se abrem enquanto vou alargando-a com dois dedos.
Lisa me segura pelo rosto. Ela tenta pedir piedade com seus olhares de prazer e medo. É tarde. A ponta da cabeça do meu pau encosta seu sexo molhado. Vagarosamente vou entrando. Ela vai reagindo a cada centímetro meu. Vou até o fim.
Sou perfeito. Não violento seu corpo. Só sexo. Simples. Sem parar.
Lisa não goza, mas eu sim. A cama tem uma pequena mancha de sangue e porra. Ela dorme em cima da sujeira. Daqui eu vejo o esperma escorrer por entre suas pernas. Eu sei que fiz dela minha puta. Agora, eu gozo quando quiser.
Isso vai ser o mais próximo de amor que ela terá de mim.
Domingo eu vou acordar me sentindo novo.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Fiz amor com uma viúva.
Ontem o dia foi uma bagunça.
Caminhei pelas ruas com uma latinha de cerveja na mão.
Parei numa loja de antiguidades.
Muito apropriado.
Comprei uma máquina de escrever.
- O que você vai fazer com isso?
Ela me perguntou.
- Cartas de amor.
Respondi bêbado.
Trocamos telefone.
De noite, num boteco na Zona Norte,
Suas mãos entraram por entre meus botões.
O beijo foi conseqüência.
Dali fomos para sua casa.
O álcool me fez incorporar o falecido.
De alguma forma, não era eu que entrava nela.
Sem conhecê-la, fiz tudo como se fosse treinado.
Dei um tchau sem graça.
Ela pediu pra ligar.
Não vou.
Ela parecia estar apaixonada.
Eu só queria gozar.
Não consegui o que queria.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Eu prometi que só seria gentil no início
Lisa retornou para a minha casa. Disse que passou os dias se masturbando pensando em mim. Queria mais. Não só repetir. Queria mais.
Ela saiu do colégio correndo para chegar a minha casa em tempo de me ver sem que os seus pais dessem por sua falta. Ela está com a roupa do colégio. Um tênis baixo e pintado. Calça jeans que separa as nádegas. Sutiã apertando os peitos cheios. O cabelo solto. Pescoço magro.
Só a camiseta do colégio, cinza e larga, tenta esconder esses dotes. Lisa é mulher demais pra esse colégio. Se ela fosse esperta, abandonaria os estudos e iria vender beijos em barracas e tirar fotos para revistas. Ficaria mais rica que qualquer professora de literatura.
Ela tenta me agarrar ali, na entrada do meu apartamento. Eu a puxo pra dentro e tranco a porta. Lisa tira a camisa e me pede para comê-la, ali, na hora, com cuidado.
Minha piroca pula pra fora da cueca.
- Calma. Eu não posso ser cuidadoso. – eu alerto-a
- Eu tenho meia hora. Vem, me come.
- Não me basta.
Lisa tem os olhos de decepção. Ela coloca a roupa com vergonha. Eu beijo sua boca e peço paciência. Conto, com palavras secas, que não é fácil pra eu gozar, e que eu quero fazer dela uma cadela selvagem. Lisa agora está assustada.
- A questão é que meus desejos por você vão muito além de meia hora. Preciso de meses. Menstruações. - Lisa não entende e continua inerte – Quero que seja especial.
Combinamos que sábado, ela diria aos pais que dormiria na casa de uma amiga.
Eu já fui carinhoso demais. Sábado ela vai saber o que é lidar com um homem de verdade.
domingo, 28 de agosto de 2011
Adendo
Não resisti. Liguei para Julie. Ela não me atendeu. Passei o dia ligando. Trocentas tentativas e nada. Preciso gozar. Urgentemente.
sábado, 27 de agosto de 2011
Lisa
Ela tira a boca de mim e coloca na garrafa. Ela tira a boca da garrafa e volta pra mim.
Odeio vinho. Tinto, rose ou branco. Mas gosto de línguas lisas e molhadas.
Ela tem singelos 16 aninhos. Virgem – sim, eu acredito. Peitinhos firmes e inchados. Calcinha branca. Bundinha redonda. Lisa como veludo. Não sei de onde ela surgiu e como veio parar aqui, mas não me arrependo.
Lisa bebe como se fosse sua primeira vez. Talvez por isso goste tanto de vinho e não de uísque.
Os beijos são longos e exaustivos. Parecem chegar a lugar nenhum. São beijos atrás de beijos. Quando muito, consigo convencê-la de fazer um carinho por cima da calcinha ou de lamber seus mamilos.
Como se justificasse esse passatempo infantil, Lisa diz que eu beijo bem. Estamos na segunda garrafa de vinho e ela já dá sinais de estar vencida.
A minha sede é oceânica.
Eu tomo a garrafa de sua mão e mato os últimos goles.
Irritada com a minha atitude, Lisa resolve ir embora. Assim que ela ameaça levantar, suas pernas tremem e seu corpo cai sobre o meu. O pau fica entre seus peitos. Lisa ri da situação e desmaia.
Visto a menina de 16 anos, virgem e gostosa, e coloquei-a na minha cama.
Antes de dormir, deitado no sofá da sala, lembrei porque não ataquei Lisa de uma vez:
Eu gosto de mulheres, não de meninas.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Giulia, Minha Experiência
Meu pau não abaixa. É noite e não quero me masturbar. Pego um dinheiro e vou para Copacabana.
Num bar chamado Balcony, eu me sento numa mesa no meio da calçada e peço uma dose de uísque e uma cerveja. Muitas putas feias passam por mim. Do jeito que meu pau está, comeria qualquer uma.
No fundo do bar, encostada no balcão, está uma loira, por volta de 20 anos, com cabelo nos ombros e um vestido branco, comportado, mas não para esse frio. Eu faço sinal para o garçom chamá-la. Ela vem.
Seu nome é Giulia e, contra as minhas expectativas, é um travesti. Meu pau não abaixa. Eu conto pra ela sobre a dificuldade de gozar que eu tenho. Ela diz que é ótima em solucionar problemas. Peço, então, que ela sai da minha frente e sente ao meu lado. Ela atende imediatamente.
Algumas frivolidades debatidas, três cervejas para ela e várias para mim, eu tento arrancar um beijo.
- Trezentos reais – ela me cobra
- Tá caro.
- Se você acha que eu não valho isso, procure outra.
- Façamos o seguinte: eu te dou quinhentos reais. Se você me fizer gozar, você fica com todo o dinheiro. Do contrário, você me devolve. – ela concorda
No prive de Giulia, todos os clichês são completos. Luz baixa, alguns consolos e cheiro de creme de pele barato. Ela abre uma garrafa de vinho que já estava na metade. Bebemos enquanto trocamos carícias. Ela guarda os copos na cozinha, entra no quarto e pede para esperar.
Giulia sai do quarto apenas de calcinha e um salto. Eu peço e ela dá uma voltinha. O rabo é redondo e na medida, como muitas mulheres não tem. Os seios são firmes e médios, empinados para cima. Meu pau está duro como uma rocha.
Nos beijamos. Tiramos a roupa. Começamos nossos trabalhos. Primeiro eu a como num frango assado. O pau dela, menor que o meu, está duro e goza rapidamente. Mudamos de posição, agora, ela quem me come. Odeio o sexo. Giulia goza.
- Você está segurando?
- Nunca
Giulia está cansada. Damos um tempo. Pergunto se ela quer desistir. Ela nega. Meu pau continua latejando. Trepamos mais uma. Mais duas. Mais três vezes. Só Giulia goza. Eu permaneço como estava: insatisfeito.
Voltei pra casa com seiscentos reais e uma dor no cu.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Couro e Tudo
Alessandra tinha sobrenome e cara de russa. Alta, grande e de personalidade forte. Apesar de formada em psicologia, a principal fonte de renda dela era o trabalho como dominatrix. Sempre de roupa de couro ou látex, ela se apresentava em festas, apenas com a boca, a buceta, o cu e os seios de fora. O rosto ficava protegido.
Ela estudara comigo desde a creche até a quarta-série. Foi minha namoradinha de colégio. Puxava minha orelha quando olhava para outras mulheres ou quando me declarava para a verdadeira paixão que tinha na época.
Os tempos mudaram.
Alessandra exausta de espancar juízes, engenheiros e pastores de igrejas, aparece no meu apartamento. Em poucos segundos ela sai do banheiro com suas roupas de trabalho.
- Come meu cu. – ela me pede
O rabo de Alessandra é magro.
Primeiro, eu passo a língua e babo tudo. Mete um dedo. Meto a língua. Meto dois dedos. Coloco dois travesseiros debaixo de sua barriga, abro suas pernas e forço a cabeça do pau pra dentro.
Os dentes dessa dominatrix rasgam meu lençol.
É no momento em que ela acha que eu vou ser cuidadoso, quando ela confia em mim, que eu enfio tudo de uma vez, rasgando. Ela tenta fugir, mas eu a seguro pelo cabelo.
- Você quem pediu. – eu a lembro
Ela concorda com a cabeça. Continuamos.
Alessandra não goza. Ela apenas se dá por satisfeita. Coloca sua roupa “de rua”, me dá dois beijos e vai embora.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Lembro de quando aprendi a lamber um grelo.
Catarina era uma menina de outro país. Carnes fartas, coxas grossas e peitos macios. Foi nossa primeira noite de sexo. Ela já era bem rodada, com 32 de idade. Eu, nem tanto, tinha já, ou apenas, 23 anos.
Ela perguntou se eu gostava de chupar uma xoxota. Eu disse que não. Catarina percebeu que eu não tinha habilidade só pela minha resposta.
Num motel, Catarina abril as pernas na beirada da cama.
- Pega essa sua língua afiada e vai passando devagarzinho, de baixo para cima.
Quando eu alcancei o ponto certo, Catarina, sem palavras, me avisou que eu tinha achado o seu clitóris.
- Agora, vagarosamente, dê voltas. – eu obedeci – Isso... Isso aí!
Lembro dela se derretendo na minha boca. De um sabor estranho, mas delicioso, escorregava da ponta da minha língua até meus lábios. Eu estava com a barba molhada como se tivesse saído do banho.
Ela permaneceu calada, soltando gemidos, balançando as pernas, com uma respiração que pesava toneladas. Podia ver uns espasmos na sua barriga.
Eu ia devagar, como mel gelado escorregando de uma colher. Porém, o gosto era levemente salgado, uma delicadeza.
Em pouco tempo Catarina gozou. Sem grandes escândalos. O seu corpo expressava mais que sua garganta. Faltava-lhe voz. Sobravam terminações nervosas. Cabelo, lençol... ela queria apertar tudo.
- Por favor, chega!
Catarina estava sensível como nunca. Ela se encolheu sozinha na cama, debaixo do lençol, em posição de feto, cansada como se voltasse de uma maratona.
- Não era a sua primeira vez, mentiroso – ela reclamou
Mas era.
Ela perguntou se eu gostava de chupar uma xoxota. Eu disse que não. Catarina percebeu que eu não tinha habilidade só pela minha resposta.
Num motel, Catarina abril as pernas na beirada da cama.
- Pega essa sua língua afiada e vai passando devagarzinho, de baixo para cima.
Quando eu alcancei o ponto certo, Catarina, sem palavras, me avisou que eu tinha achado o seu clitóris.
- Agora, vagarosamente, dê voltas. – eu obedeci – Isso... Isso aí!
Lembro dela se derretendo na minha boca. De um sabor estranho, mas delicioso, escorregava da ponta da minha língua até meus lábios. Eu estava com a barba molhada como se tivesse saído do banho.
Ela permaneceu calada, soltando gemidos, balançando as pernas, com uma respiração que pesava toneladas. Podia ver uns espasmos na sua barriga.
Eu ia devagar, como mel gelado escorregando de uma colher. Porém, o gosto era levemente salgado, uma delicadeza.
Em pouco tempo Catarina gozou. Sem grandes escândalos. O seu corpo expressava mais que sua garganta. Faltava-lhe voz. Sobravam terminações nervosas. Cabelo, lençol... ela queria apertar tudo.
- Por favor, chega!
Catarina estava sensível como nunca. Ela se encolheu sozinha na cama, debaixo do lençol, em posição de feto, cansada como se voltasse de uma maratona.
- Não era a sua primeira vez, mentiroso – ela reclamou
Mas era.
domingo, 21 de agosto de 2011
Meu Pau
É difícil me fazer gozar. Muito difícil. Por horas ele permanece rígido e insaciável. Em certos dias, de tão duro, sinto dores. A pressão sobe e se mantém no topo. Meu orgasmo nunca chega e isso só atiça mais. O anuncio de um gozo que não vem.
As mulheres chegam a gozar duas ou três vezes antes de mim. Algumas cansam, antes mesmo que eu termine. Elas ficam muito sensíveis ou machucadas. Cada trepada minha aumenta a necessidade de ser mais violento.
Já tentei mulheres e homens. Num determinado momento, achei que eu fosse viado. Não. Um desastre. Tentei um travesti, mas também não obtive êxito, apesar de interessante.
O sexo se tornou uma espécie de tortura. Eu preciso trepar sempre. Cada dia que passa, a vontade é maior, e, quanto maior a vontade, mais dificuldade eu tenho em gozar. Meu pau permanece duro e insensível. Entrando e saindo. Seco e molhado.
Todo dia seguinte a uma noite de sexo eu sofro do mesmo dilema. Sinto como se meu pau tivesse sido violentado. Vermelho, inchado e dolorido. Para piorar, na maioria das vezes, eu nem gozei.
Esse meu pau virou um fardo. Já tentei asfixia, fio-terra, gel, manteiga quente, violências e tudo mais. Ele permanece imbatível, mais forte que minha resistência, que meu pulmão de fumante e meu coração defeituoso.
Há quem se ofenda, que ache que eu me seguro.
Não.
Se eu pudesse, eu gozava sem dar prazer para as mulheres. Seria como um garoto novo, que com três metidas esporrasse a xoxota toda.
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